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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

MULHER QUE TENTOU SEPARAR BRIGA NO POVOADO SINCORÁ, ZONA RURAL DE BACABAL ACABOU MORTA HORAS DEPOIS DO ENTREVERO.



De acordo com moradores do povoado que fica distante de Bacabal cerca de 23 quilômetros, tudo teria  se iniciado após uma discussão entre dois homens que foram identificados como João Vaqueiro e Antonilson esse ultimo genro da mulher que acabou morrendo. 
                      
Ainda de acordo com essas informações, João vaqueiro e Antonilson estavam ingerindo bebida alcoólica no bar que pertencia à Marli, quando deram início a uma discussão, o atrito ocorreu, logo após João vaqueiro ter sido chamado de cachorro e puxa saco. Não gostando dos apelidos e da ofensa, João decidiu ir até à fazenda em que trabalha para se armar. 
                     
De posse de um revólver, o ofendido chamou Antonilson que já estava homiziado em sua residência para briga, como ele não saiu, João Vaqueiro empunhou um revólver e efetuou um único disparo para cima, depois disso, populares disseram que o atirador montou em uma moto e fugiu do local.        
              
Revoltado com a atitude de João Vaqueiro, Antonilson decidiu revidar, foi ai que ele tentou buscar uma faca para ir atrás do desafeto, tentando evitar o pior, Marli Pereira da Silva de 50 anos, foi até à casa do genro, que vendo à sogra interver na situação decidiu agredi-la, à pescadora que acabou lesionada no punho e nas mãos, horas depois da confusão decidiu descansar, o que ninguém esperava, é que ela fosse passar mal é falecer 4 horas, após o entrevero                       


Um dos filhos dela disse ao Blog falando sério, que há muito Marli vinha apresentando problemas de saúde, entretanto o menor afirma que sua mãe só faleceu por conta das agressões sofridas por Antonilson.

O caso que ocorreu no início da madrugada da última segunda-feira, dia 23. O caso não foi registrado pelas polícias militar e civil, haja vista que os familiares dos envolvidos decidiram por não acionar as polícias.


O corpo da pescadora Marli Pereira da Silva de 50 anos, também não foi trazido ao hospital para que à causa morte pudesse ser confirmada por um médico, entretanto, os filhos dela garantem, se não fossem as agressões sofridas ela ainda estaria viva.