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terça-feira, 1 de agosto de 2017

ASSISTA A REPORTAGEM: PERITOS INVESTIGAM EXPLOSÃO QUE MATOU DOIS TRABALHADORES EM VULCANIZADORA DE PNEUS EM BACABAL..

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Na manhã dessa terça-feira (1), uma equipe de peritos da Polícia Civil de nossa capital esteve durante toda manhã na Vulcanizadora de Pneus União, local onde dois trabalhadores morreram vítimas da explosão de uma Caldeira, por volta das 13 horas de segunda-feira (31).

O trabalho foi acompanhado pelo delegado regional Elson Ramos, titular da 16º Delegacia Regional de Bacabal.

Durante a perícia foi encontrado o braço de um dos trabalhadores, que teve seu corpo despedaçado durante a explosão. Vários materiais foram levados pelos peritos. No local tinha circuito de vídeo monitoramento. O aparelho de gravação que pode conter imagens do momento da explosão, também foi levado pelos peritos.



Cabe agora a Polícia Técnica com seus peritos dentro de suas possibilidades apontar as causas prováveis da explosão, se houve negligência, imprudência ou imperícia.

“A gente sabe que as instalações aqui estavam funcionado sem alvará ou licença do corpo de Bombeiros, de forma certa forma clandestinamente”. Então a gente vai apurar as responsabilidades, vai ser instaurado um inquérito para a gente definir que rumo vai ser tomada as investigações sobre autoria, a culpa de quem quer que seja” disse o delegado regional Elson Ramos.

No momento da explosão havia apenas os dois funcionários que acabaram morrendo. Mas na Vulcanizadora trabalhavam 12 pessoas, 10 estavam para o almoço.


Seu Gilvan tinha sido contratado para fazer um reparo na caldeira, e vinha chegando no momento da explosão com outro funcionário na vulcanizadora. Ainda muito abalado, ele relata que tinha conversado com as duas vítimas a mais ou menos 30 minutos antes do acontecido; “Nós tinha acabado de conversar sobre a vazão da água da Caldeira que estava muito pouca” disse seu Gilvan.


Ele falou ainda que “Eu acho que a água secou através da bomba, do problema da bomba... ai o ar, recomprimiu e veio a tona né... a explosão” concluiu seu Gilvan, que também trabalhava na construção de uma outra cadeira próximo ao galpão.

Até o momento o proprietário ou os proprietários ainda não se pronunciaram sobre a tragédia.

Assista a reportagem produzida por André Luís e Anselmo Sousa.


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