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sábado, 21 de novembro de 2015

POLÍCIA CIVIL PRENDE MARANHENSE SUSPEITO DE ASSALTOS A BANCOS DO DF E BA

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A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência de Investigações Criminais (Seic), prendeu um assaltante especializado em roubo a bancos no Distrito Federal e no estado da Bahia. Julio Max de Jesus Moraes, natural do Maranhão, tem 35 anos e integrava uma quadrilha formada por 18 criminosos. Ele foi preso na tarde desta sexta-feira (20), no Bairro de Fátima, em São Luís.
De acordo com o delegado Thiago Bardal, superintendente da Seic, a ação foi deflagrada após a justiça federal expedir mandado de prisão contra o maranhense, que já foi indiciado por mais de 30 explosões a caixas eletrônicos. Já a investigação que resultou na prisão do assaltante, considerado frio e calculista pela polícia do Distrito Federal, estava sendo realizada há pelo menos dois meses.
Ainda segundo o delegado, Max é o décimo sexto integrante do grupo a ser preso pela polícia [outros dois continuam foragidos]. Após a prisão, ele foi encaminhado para a sede da Seic, também localizada no bairro de Fátima, onde está sendo dado cumprimento à ordem judicial. O suspeito será encaminhado para o Centro de Triagem de Pedrinhas, onde permanecerá à disposição da justiça.
Crimes no Distrito Federal
Em setembro deste ano, o delegado Fernando César Costa, delegado-chefe da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos do Distrito Federal (DRF-DF), confirmou à imprensa brasiliense a prisão de Julio Max de Jesus por suspeita de participação na explosão de dois caixas eletrônicos do Banco do Brasil, instalados em uma estação de metrô, localizada em Samambaia, na capital federal.
A polícia local chegou até o maranhense após denúncias anônimas. O comparsa dele — não identificado — conseguiu escapar do local usando uma Mercedes-Benz. Após algumas colisões, ele abandonou o veículo na Quadra Norte M 21, em Ceilândia (DF), de onde empreendeu fuga a pé.
Conforme o delegado Fernando César Costa, Julio Max teria participado, ainda, da explosão de um caixa eletrônico do Banco de Brasília (BRB), no mês de março. À época, ele já tinha passagens pela polícia por praticar quatro furtos qualificados e, dessa vez, responderia por roubo, formação de quadrilha, além de porte e uso de munições.
Allef Garcia / Ascom SSP