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sábado, 18 de junho de 2016

POLICIAIS CIVIS DO MARANHÃO REJEITAM PROPOSTA DO GOVERNO E DECIDEM MANTER A GREVE POR TEMPO INDETERMINADO.

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São Luís/MA, 17.06.2016.
Vinte e quatro horas de suspensão do movimento grevista dos Policiais Civis foi o tempo imposto ontem (16.06.2016) pelo Governo Flávio Dino para que sua equipe pudesse elaborar uma nova proposta que fosse apreciada pelos Policiais Civis Maranhenses, de modo que, o Governo teria que fazer em vinte e quatro horas o que não fizera em nove meses.

Nove meses fora o tempo transcorrido da finalização da ultima greve em 2015 até o presente momento reivindicatório, ocorre que o movimento de 2015 se dissolveu com a promessa de que Flavio Dino resolveria as questões da pauta em 2016, embora a promessa tivesse sido embatida por uma grande numero de Policiais em uma assembleia muito tumultuada, por onde o movimento se dividiu em torno de quatro propostas, contudo ao final a promessa de Flavio Dino acabou vencendo as demais por uma pequena diferença de 12 votos.

Acontece que a atual conjuntura já era previsível, uma vez que desde o movimento anterior Flávio Dino já havia se demonstrado amargurado com o seu romance com o Sinpol-MA, o qual havia advindo do período de sua disputa eleitoral pelo atual pleito, todavia cada vez mais envolvido na defesa da Presidenta Dilma contra o impeachment, se absteve de cuidar como havia prometido desta demanda, que por ele mesmo foi criada, com o locupletamento bondoso tão somente nos contracheques dos Delegados.       

Entretanto a proposta Governamental que aportou na assembleia dos Policiais Civis foi considerada pelos próprios Policiais como; humilhante e desrespeitosa, embora tal proposta estivesse sido muito bem detalhada pelo Escrivão de Policia; Natanael Nascimento da Silva; que faz parte da comissão de negociação, tendo inclusive o mesmo se despontado como se fosse um notável economista, dissertou inclusive sobre toda conjuntura orçamentaria da Administração Estatal, o que de certa forma foi saudável, no sentido de nortear novos encaminhamentos.

Contudo era visível quase que na totalidade dos Policiais presentes na assembleia um repudio imensurável a proposta ofertada pelo Governo. Em cenários dessa natureza dificilmente se desponta uma possibilidade urbana de aceitabilidade de qualquer proposta que não se aproxime dos anseios reivindicados.

A proposta governamental apresentada pela comissão foi incomensuravelmente massacrada pela maioria dos Policiais. Amon Jessen foi o primeiro pela ordem de manifesto, em suas palavras desaprovou a proposta governamental e muito emocionado propôs que os Policiais doassem fortuitamente os ganhos propostos pelo Governo aos Delegados.

Diante desse desfecho triste e decepcionante os Policiais Civis encerram sua assembleia não acatando a proposta Governamental reiterando por unanimidade a greve por tempo indeterminado.

Obviamente, que caberá agora, unicamente a Flávio Dino tomar a frente pessoalmente das negociações sob as penas das consequências para a Segurança Publica do Estado do Maranhão.   

Blog do Menezes Azevedo