Em outubro, o MPF e a Polícia Federal cumpriram 14 mandados de prisão preventiva e 22 de prisão temporária contra pessoas de organização criminosa dedicada à lavagem de dinheiro e à evasão de divisas.
As investigações da Operação Octopus constataram que o grupo movimentou mais de R$ 22,3 bilhões entre o fim de 2014 e o início deste ano.
Além das prisões em Ribeirão Preto (SP) e municípios da região, foram executados 45 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos envolvidos no esquema. As investigações basearam-se em quebras de sigilo bancário e fiscal judicialmente autorizadas das empresas envolvidas e análise de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
O dinheiro passava por contas bancárias abertas de maneira fraudulenta, muitas delas em nome de empresas de fachada. Os registros dessas firmas indicavam sedes fictícias, ausência ou pequena quantidade de funcionários, sócios com pequeno poder financeiro e fluxos contábeis incompatíveis com a capacidade presumida.
Boa parte dos depósitos que essas contas recebiam era feita fracionada e sucessivamente em espécie. Transferências bancárias também eram utilizadas, com quantias provenientes de pessoas físicas e jurídicas sem nenhuma relação com as atividades econômicas declaradas pelas empresas.
#PraTodosVerem: imagem de mãos com dinheiro em fundo marrom gradeado. Acima texto dourado escrito "Operação Octopus" e abaixo das mãos, texto marrom e branco escrito "Mais de 30 pessoas são presas por movimentação ilegal de R$ 22 bilhões".
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