MORTE DE PM NA LITORÂNEA: DISCUSSÃO, ASSÉDIO E PEDIDO DE PRISÃO MARCAM INVESTIGAÇÃO


A morte do policial militar Maykon da Silva, ocorrida durante a festa de Réveillon na Avenida Litorânea, em São Luís, ganhou novos desdobramentos e segue sendo investigada pelas autoridades. O caso aconteceu na madrugada do dia 1º de janeiro, em meio à grande concentração de pessoas que acompanhavam a virada do ano.


Segundo informações preliminares apuradas pela investigação, o crime pode ter sido motivado por uma discussão envolvendo o soldado Patrick Rhayan Machado Assunção, também integrante da Polícia Militar do Maranhão.


De acordo com relatos, Patrick, que é recém-formado na corporação, deveria estar de serviço na data dos fatos, mas não teria se apresentado ao comando para assumir a escala. Ainda conforme as informações levantadas, ele teria optado por participar das festividades de fim de ano na orla da capital.


Durante a confraternização, testemunhas afirmam que Patrick teria assediado a esposa de Maykon, chegando a paquerá-la e a encostar nela de forma considerada inadequada. Maykon, que estava de folga e acompanhava a virada do ano ao lado da família, teria repreendido o colega pela atitude desrespeitosa.


A situação evoluiu para uma discussão acalorada e, em seguida, Patrick teria sacado uma arma de fogo e efetuado disparos. Maykon foi atingido, principalmente nas costas, e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro.




A investigação aponta que Patrick constava na escala de serviço, mas teria apresentado atestado médico para justificar a ausência. Essa informação está sendo analisada pelas autoridades para esclarecer se havia ou não impedimento legal para o policial estar fora do serviço no momento do ocorrido.


Além dos dois policiais militares, duas pessoas que participavam da festa foram atingidas por disparos. Elas sofreram ferimentos leves, receberam atendimento médico e passam bem.


Diante dos fatos, já foi solicitado à Justiça o pedido de prisão do policial militar Patrick Rhayan Machado Assunção. A solicitação ainda aguarda análise do Poder Judiciário.


A Polícia Civil do Maranhão instaurou inquérito para apurar a dinâmica do crime, a motivação do desentendimento, o uso das armas e a responsabilidade de cada envolvido.


Paralelamente, a Polícia Militar abriu procedimento administrativo interno para apuração disciplinar do caso.


As investigações seguem em andamento, e novas informações devem ser divulgadas oficialmente nos próximos dias.


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