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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Roseana deixa rombo de R$ 1,1 bi, não paga consignados e servidores podem parar no Serasa



O secretário da fazenda, Marcelo Ribeiro, o chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares e a secretaria de planejamento, Cintya Mota Lima
O secretário da fazenda, Marcellus Ribeiro, o chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares e a secretaria de planejamento, Cynthia Mota Lima durante coletiva nesta sexta no Palácio Henrique de La Roque
Ao contrário do propalado R$ 2 bilhões em caixa, o governo Roseana Sarney/Arnaldo Melo deixou um rombo de R$ 1,1 bi, que inclui até mesmo o pagamento dos empréstimos consignados dos servidores públicos, que já foram descontados na folha de pagamento do mês de dezembro e não repassados aos bancos credores.
O não pagamento dos consignados ameaça diretamente os próprios servidores, que poderiam ter seus nomes enviados ao Serasa, caso o governo Flávio Dino não se comprometesse – como se comprometeu – em pagar a dívida de R$ 72 milhões com os bancos ainda neste mês de janeiro,  segundo anunciou o chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira no Palácio Henrique de La Roque.
A dívida inclui ainda o pagamento de centenas de contratos que estão em restos a pagar, que somam R$ 423 milhões; FEPA/FUNBEN Patronal, R$ 58 milhões; e os precatórios de 2012, 2013 e 2014, R$ 545 milhões.
Marcelo Tavares adiantou que o governo não se deixará abater pela péssima situação herdada do governo anterior e que manterá sua política de investimentos com uma redução de 30% no custeio da máquina pública.
- Vamos rever todos os contratos abusivos, acabar com as regalias e reduzir consideravelmente os gastos com a matutenção da máquina. O importante é mantermos os investimentos necessários para tirarmos o Maranhão da miséria – garantiu Tavares.
A situação ficou tão comprometedora, que segundo cálculos da Secretaria de Planejamento, somente no mês de janeiro a diferença entre a receita prevista de R$ 811 milhões, e as despesas de R$ 893 milhões, ficou em R$ 82 milhões ameaçando até mesmo o pagamento da folha, risco descartado com a contenção de 30% dos gastos com custeio.
- O que eles fizeram foi um crime contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, que será apurado pela Secretaria de Transparência e Controle e depois enviado para o Ministério Público e órgãos de controle – avisou Marcelo.
Além do que não foi pago em dezembro, o governo Flávio Dino ainda tem que pagar neste mês R$ 164 milhões, referentes a primeira parcela do empréstimo contraido por Roseana Sarney ao Bank of America.